Frank Bowling at Houser and Wirth Gallery

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Frank Bowling and his early engagement with expressive figuration and pop art, shifted to an immersion in a uniquely poetic abstraction that continues to evolve even today. Visible in his work are the legacies of both the English landscape tradition and American abstract expressionism. Developing in and between two cities over the course of decades, Bowling’s exploration of light, colour, and geometry can be understood as profoundly influenced by the two great rivers of his life: he has maintained studios close to The Thames in London and the East River in New York, absorbing the brilliance of the rivers’ light into his vision. Bowling would often begin a work in one city and finish it in the other, merging the atmospheres of both. In his own words, ‘I would just roll the lot up and move. And I knew that when I got to the other end, I could roll them out again and continue to work.’

Bowling’s restless innovation on the painted plane endures in his latest works. He continues to break ground through the use of thick impasto textures, acrylic gels, collage, stitched canvas, and metallic and pearlescent pigments. The complexities of his upbringing in Guyana and his constant journeying between London and New York have only served to activate the richness of the different influences of each location. His paintings are a celebration of life lived in varying lights and colours.

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PT

Frank Bowling e seu envolvimento inicial com figuração expressiva e arte pop, alterou-se para uma imersão em uma abstração poética única que continua a evoluir até hoje. Visíveis em seu trabalho são os legados da tradição paisagística inglesa e do expressionismo abstrato americano. Desenvolvendo-se em e entre duas cidades ao longo de décadas, a exploração de luz, cor e geometria de Bowling pode ser entendida como profundamente influenciada pelos dois grandes rios de sua vida: ele manteve estúdios perto do Tâmis em Londres e do East River em Nova York, absorvendo o brilho da luz dos rios em sua visão. Bowling costumava começar um trabalho em uma cidade e terminá-lo na outra, mesclando os ambientes de ambas. Em suas próprias palavras, ‘eu simplesmente enrolava o trabalho e me mudava. E eu sabia que quando chegasse ao outro lado, poderia desenrolá-los novamente e continuar a trabalhar. ‘

A inovação incansável de Bowling em suas pinturas segue em seus trabalhos mais recentes. Ele continua a inovar com o uso de texturas espessas de impasto, géis acrílicos, colagem, telas costuradas e pigmentos metálicos e perolados. As complexidades de sua formação na Guiana e suas constantes viagens entre Londres e Nova York só serviram para ativar a riqueza das diferentes influências de cada local. Suas pinturas são uma celebração da vida vivida em cores e luzes variadas.

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