Index – Group show at Alexander and Bonin

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Index is a group exhibition on view at Alexander and Bonin gallery. On view are works by John Ahearn, Carlos Bunga, Michael Buthe, Roman Cochet, Willie Cole, Eugenio Dittborn, Willie Doherty, Diango Hernández, Emily Jacir, Robert Kinmont, Stefan Kürten, Jorge Macchi, Rita McBride, Ree Morton, and Sylvia Plimack Mangold.

John Ahearn has made casts directly from life models since 1979. The resulting portraits – through their vivid pallets and highly individualized, naturalistic feel – provide a dynamic account of the different sitters’ personalities.

Roman Cochet’s paintings depict scenes in which humanity appears to have disappeared. As demonstrated in Cochet’s Wasting telescope time (2018), a sense of desolation is palpable; pieces of furniture, abandoned bottles, untamed vegetation, and somnolent animals coexist as relics of human civilization. 

Willie Cole began developing a series of iron scorches on smooth, canvas-covered ironing boards in the early 1990s. Recently, the artist created Domestic Shields XIII-XVI (2020-21). The four individual works are a distillation of personal and collective stories: the role of African-American women in domestic labor, marking and branding practices representative of distinct African ethnicities, and the ironing board as protective armor.

Text from Alexander and Bonin. For more images and videos follow on Instagram @cityartistica

PT

Index é uma exposição coletiva exibida na galeria Alexander e Bonin. Em exibição estão obras de John Ahearn, Carlos Bunga, Michael Buthe, Roman Cochet, Willie Cole, Eugenio Dittborn, Willie Doherty, Diango Hernández, Emily Jacir, Robert Kinmont, Stefan Kürten, Jorge Macchi, Rita McBride, Ree Morton e Sylvia Plimack Mangold.

John Ahearn fez moldes diretamente de modelos vivos desde 1979. Os trabalhos – através de suas paletas vívidas e sensação altamente individualizada e naturalista – fornecem um relato dinâmico das diferentes personalidades de cada pessoa retratada.

As pinturas de Roman Cochet retratam cenas em que a humanidade parece ter desaparecido. Como demonstrado em “Cochet’s Wasting telescope time “(2018), uma sensação de desolação é palpável; móveis, garrafas abandonadas, vegetação indomada e animais sonolentos coexistem como relíquias da civilização humana.

Willie Cole começou a desenvolver uma série de queimaduras de ferro em tábuas de passar roupa cobertas de lona no início de 1990. Recentemente, o artista criou os “Escudos Domésticos XIII-XVI” (2020-21). As quatro obras individuais são uma destilação de histórias pessoais e coletivas: o papel das mulheres afro-americanas no trabalho doméstico, práticas de marcação e marcas representativas de diferentes etnias africanas e a tábua de passar roupa como armadura de proteção.

Texto de Alexandre e Bonin. Para mais imagens e videos siga no Instagram @cityartistica

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