Eamon Ore-Giron “The Symmetry of Tears”

EN

The Symmetry of Tears is an exhibition of new work by Eamon Ore-Giron. Multiplicity and simultaneity are central to Ore-Giron’s wide-ranging practice. Across his interconnected pursuits in painting, music, and video, he synthesizes formal histories to explore the visual, auditory, and experiential possibilities of cross-cultural influence. With The Symmetry of Tears, Ore-Giron presents new paintings from his ongoing Infinite Regress series, continuing to expand his investigation into abstraction.

In his abstract geometric paintings, Eamon Ore-Giron combines motifs and symbols drawn from sources that span geographies and time: the stylized geometry of Incan jewelry, Brazilian Neo-Concretism, Italian Futurism, and the spatial arrangements of Russian Suprematism. Inserting pictorial and rhythmic structures from the Global South into an expanded history of transnational abstraction, Ore-Giron’s works embody what curator Marcela Guerrero refers to as “the sound and color of mestizo synesthesia.” His richly colored compositions draw on vocabularies of architecture, textiles, maps, hieroglyphics, and astral charts to arrive at a visual language that is uniquely his own. Bringing the past into dialogue with the contemporary, his practice seeks to destabilize linear, European art-historical inheritances by suggesting a shared heritage of forms and ideas. Text James Cohen Gallery.

PT

The Symmetry of Tears é uma exposição de novos trabalhos de Eamon Ore-Giron. Multiplicidade e simultaneidade são fundamentais para a prática abrangente de Ore-Giron. Em suas buscas interconectadas em pintura, música e vídeo, ele sintetiza histórias formais para explorar as possibilidades visuais, auditivas e experienciais de influência transcultural. Com The Symmetry of Tears, Ore-Giron apresenta novas pinturas de sua série Infinite Regress, continuando a expandir sua investigação em abstração.

Em suas pinturas geométricas abstratas, Eamon Ore-Giron combina motivos e símbolos extraídos de fontes que abrangem geografia e tempo: a geometria estilizada da joias incas, o Neoconcretismo brasileiro, o Futurismo italiano e os arranjos espaciais do Suprematismo russo. Inserindo estruturas pictóricas e rítmicas do Sul Global em uma história expandida de abstração transnacional, as obras de Ore-Giron incorporam o que a curadora Marcela Guerrero chama de “o som e a cor da sinestesia mestiça”. Suas composições ricamente coloridas baseiam-se em vocabulários de arquitetura, tecidos, mapas, hieróglifos e mapas astrais para chegar a uma linguagem visual que é exclusivamente sua. Trazendo o passado em diálogo com o contemporâneo, sua prática busca desestabilizar heranças históricas da arte europeias lineares, sugerindo uma herança compartilhada de formas e ideias. Texto James Cohen Gallery.EN

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