Alice Neel no MET

PT

Alice Neel: People Come First (As pessoas em primeiro lugar) apresenta Alice Neel (1900–1984) como uma das artistas mais radicais do século XX, uma defensora da justiça social cujo compromisso de longa data com os princípios humanistas inspirou sua vida, bem como sua arte. 

“Para mim, as pessoas vêm em primeiro lugar”, declarou Neel em 1950. “Tentei afirmar a dignidade e a importância eterna do ser humano.” Seguindo os fundamentos éticos do humanismo, Neel se dedicou a pintar o que chamou de “imagens de pessoas”. A artista se concentrou especialmente em indivíduos que experimentaram injustiças como resultado do sexismo, racismo e capitalismo, bem como aqueles que os combateram. Democrática e inclusiva, Neel pintou pessoas de muitas origens e estilos de vida diferentes.

A cidade de Nova York foi a maior musa de Neel e o palco para um drama humano que ela começou a capturar no início dos anos 1930. A vida e a arte de Neel foram influenciadas pelos tumultuosos eventos do século XX, incluindo a Grande Depressão, a ascensão do comunismo, e os movimentos feministas e pelos direitos civis. Por isso, descreveu seu trabalho como uma espécie de pintura histórica. 

Ciente das possibilidades formais e sensuais da pintura, Neel aplicou seu olhar incisivo a todos os seus temas, sejam pessoas, paisagens urbanas ou naturezas mortas. Seus retratos fascinantes da vida em Nova York, cuja beleza corajosa persiste mesmo em tempos precários, tornam a arte de Neel ainda mais relevante em 2021. Texto do MET.

EN

Alice Neel: People Come First presents Alice Neel (1900–1984) as one of the twentieth century’s most radical artists, a champion of social justice whose long-standing commitment to humanist principles inspired her life as well as her art. 

“For me, people come first,” Neel declared in 1950. “I have tried to assert the dignity and eternal importance of the human being.” In keeping with the ethical foundations of humanism, Neel dedicated herself to painting what she called “pictures of people.” The artist focused especially on individuals who had experienced injustice as a result of sexism, racism, and capitalism as well as those who combatted it. Democratic and inclusive, Neel painted people from many different backgrounds and walks of life.

New York was Neel’s greatest muse and the stage for a human drama she began capturing in the early 1930s. Neel’s life and art were inflected by the tumultuous events of the twentieth century, including the Great Depression, the rise of Communism, and the feminist and civil rights movements. For this reason, she described her work as a kind of history painting. 

Mindful of the formal and sensuous possibilities of paint, Neel applied her incisive eye to all her subjects, whether people, urban landscapes, or still lifes. Her riveting portrayals of life in New York, whose gritty beauty persists even in precarious times, make Neel’s art even more relevant in 2021. Text from the MET.

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