Arte Abstrata no Met Museum

PT

O artista e teórico Barnett Newman mitificou as origens do movimento conhecido como Expressionismo Abstrato como tendo surgido na década de 1940 de uma tabula rasa, ou “folha em branco”. Na verdade, o trabalho dos expressionistas abstratos, um grupo de pintores e escultores radicados em Nova York, vagamente ligados por interesses comuns em temas míticos e surrealismo europeu, desenvolveu-se dentro de um conjunto particular de condições históricas – particularmente emigração e intercâmbio com a Europa, México, América Latina e Ásia, e o começo da cidade de Nova York como capital econômica global.

A mostra Epic Abstraction (Abstrações Épicas) apresenta pinturas e esculturas abstratas em grande escala dos anos 1940 ao início do século 21, retiradas da coleção do Met. O expressionismo abstrato serve de trampolim para uma instalação temática que combina obras de ícones com obras de artistas menos conhecidos e apresenta também novas aquisições. Muitos dos artistas aqui representados trabalharam em grandes formatos porque buscavam não só ter o intuito de explorar linhas, cor, forma e textura, mas também evocar ideias e temas amplos – “épicos”, incluindo o tempo, a história, o corpo e anseios existenciais sobre si mesmo.

EN

Artist and theorist Barnett Newman mythologized the origins of the movement known as Abstract Expressionism as having emerged in the 1940s from a tabula rasa, or “blank slate.” In truth, the work of the Abstract Expressionists, a group of New York–based painters and sculptors bound loosely by shared interests in mythic themes and European Surrealism, developed within a particular set of historical conditions— particularly emigration from and exchange with Europe, Mexico, Latin America, and Asia, and the city’s emergence as a global economic capital.

Epic Abstraction features large-scale abstract painting and sculpture from the 1940s through the early twenty-first century, drawn primarily from The Met collection. Abstract Expressionism serves as the springboard for a thematic installation that intersperses enduring icons with works by lesser-known artists and debuts new acquisitions. Many of the artists represented here worked in large formats because they sought not only to have the scope to fully explore line, color, shape, and texture, but also to evoke expansive—”epic”—ideas and subjects, including time, history, the body, and existential concerns of the self.

Imagem de quadro Autumn Rhythm (Number 30), 1950, de Pollock na mostra Epic Abstraction
Mark Rothko,

Dois quadros do pintor Rothko, na direita No. 13 (White, Red on Yellow)
Mark Rothko. No 16, 1960
Imagem da mostra com obras de Jackson Pollock e Isamu Noguchi
Instalação de Louise Nevelson. Mrs. N’s Palace1964–77

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